2018
Sua fonte de informação sobre Linux, com notícias, tutoriais e dicas de fácil entendimento para usuários do openSUSE, Fedora, Debian e Ubuntu!

 A poucos dias atrás foi lançado o Fedora 28, trazendo várias melhorias, correções de erros e novidades, dentre elas estão o ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.1, o Firefox 59 e o LibreOffice 6.0.3. Com isso, muitos usuários que utilizam o Fedora 27 já planejam instalar a mais recente versão, antes mesmo do término do suporte.

 Além do método mais "comum", que é reinstalar o sistema do zero, o Fedora também conta com um processo de atualização simplificado, o que facilita (e muito) a vida dos usuários, e é isto que você vai aprender neste tutorial!

  Tutorial testado no Fedora 27 Workstation (64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME.

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 Foi lançado na última terça-feira, dia 1º de abril de 2018, a versão final do Fedora 28 nas edições Workstation, Server e Atomic, contando com um suporte de aproximadamente 13 meses. Dentre algumas das novidades estão o Linux Kernel 4.16, o ambiente de área de trabalho GNOME 3.28, incluído os Adicionais para Convidado do VirtualBox na instalação padrão e uma forma mais fácil de adicionar repositórios de terceiros (seções Steam e NVIDIA do RPM Fusion, do Google Chrome e PyCharm). Além disso, foi incluído a versão mais recente de aplicativos e pacotes, tais como o Mozilla Firefox 59 e o LibreOffice 6.0.3. Para conferir todas as novidades, acesse o anúncio oficial publicado no site Fedora Magazine.

 E como já é de costume, preparamos um tutorial com algumas sugestões do que fazer após instalar o Fedora 28 Workstation, dentre elas estão a dica de habilitar o Delta RPM (que pode diminuir consideravelmente o volume de atualizações a serem baixadas), a instalação de codecs e players multimídia como o VLC e SMPlayer, dos drivers da NVIDIA, de softwares para edição de áudio, vídeo e imagem, de navegadores populares (Google Chrome, Opera e Vivaldi), ferramentas para desenvolvedores (JRE/JDK e IDEs), utilitários e muito mais!

  Tutorial testado no Fedora 28 Workstation de 64 bits, com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.1.

Os principais tópicos deste tutorial:

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 Foi lançado na última terça-feira, dia 1º de maio de 2018, a versão final do Fedora 28 tendo como base o Kernel 4.16 e o GNOME 3.28 como interface gráfica padrão. Dentre as novidades estão a possibilidade de adicionar facilmente os principais repositórios de terceiros (RPM Fusion (apenas Steam e NVIDIA), Google Chrome e PyCharm (copr)), a etapa de criação do usuário (para novas instalações) será feita após o primeiro boot do sistema e atualizações de softwares, como é o caso do Firefox 59 e LibreOffice 6.0.3.

 E para ajudar os iniciantes, preparamos este breve guia com 10 sugestões (as principais, na minha opinião) do que fazer após instalar o Fedora 28, independentemente se instalou a versão Workstation (com GNOME) ou uma das Spins oficiais. Vamos lá então?!

Tutorial testado no Fedora 28 Workstation (de 64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.
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 Conforme o esperado, o líder do Projeto Fedora (Matthew Miller) anunciou hoje, dia 1º de maio de 2018, a versão final do Fedora 28 que chega com diversas melhorias, atualizações de pacotes e novos recursos. O Fedora é uma distribuição comunitária patrocinada pela Red Hat, contando com um suporte de aproximadamente 13 meses.

 O Linux Kernel 4.16 é a "base" desta mais nova versão do Fedora, que conta com a inclusão por padrão do Repositório Modular na versão "Server" (voltada para servidores, como o próprio nome sugere) ao invés de um sistema modular em separado. Apesar disso, é possível adicionar tal repositório no Fedora Workstation e Atomic.

 Quanto à versão Workstation, esta traz o GNOME Shell 3.28.1 "Chongqing" como ambiente de desktop. Além do suporte à conexão Thunderbolt 3, o GNOME 3.28 adiciona a capacidade de favoritar pastas, arquivos e contatos, facilitando ainda mais a organização e o acesso aos mesmos. Outros aprimoramentos adicionais incluem recursos de economia de energia ativos por padrão (melhorando a duração da bateria em notebooks, a remoção do recurso de exibir os ícones (Lixeira, volumes montados, pastas, etc.) na área de trabalho, melhorada a transferência de arquivos entre o computador e as máquinas virtuais do Boxes dentre outras novidades. Para mais detalhes a respeito do GNOME 3.28, acesse este link.


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 Foi lançado hoje, dia 26 de abril de 2018, a mais recente versão com Longo Tempo de Suporte (LTS) do Ubuntu, a 18.04 "Bionic Beaver", trazendo uma série de novidades, atualização de pacotes e aprimoramentos. Esta também é a primeira versão LTS a utilizar o GNOME como interface gráfica padrão depois que o Unity foi descontinuado pela Canonical.

 Dentre algumas das novidades estão o Kernel Linux 4.15, a opção de instalação mínima no instalador padrão, aplicativos do GNOME atualizados para a versão 3.28 (exceto o Nautilus) e a troca de alguns utilitários (como a Calculadora do GNOME) para o formato Snap. Além disso, agora não é mais necessário rodar um "apt update" após adicionar um repositório PPA, a lista de repositórios será atualizada automaticamente ao executar o comando para instalar os pacotes fornecidos pelo mesmo. Para mais detalhes, clique aqui e acesse as Notas da Versão.


 E como já é de costume, preparamos um tutorial com algumas dicas do que fazer após instalar o Ubuntu 18.04 LTS, dentre elas estão a instalação de codecs e players multimídia, de aplicativos para edição de áudio, vídeo e imagem, da Steam, de navegadores como o Google Chrome e Opera, do VirtualBox e muito mais!

  Tutorial testado no Ubuntu 18.04 LTS 'Bionic Beaver' de 64 bits, com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.

Os principais tópicos deste tutorial:

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 Foi lançado a algumas horas atrás o Ubuntu 18.04 "Bionic Beaver", a mais recente versão LTS que terá suporte até abril de 2023. Além do Kernel 4.15, esta nova versão traz o LibreOffice 6.0 e GNOME 3.28 como interface gráfica padrão. Você pode conferir todos os detalhes acessando as Notas da Versão.

 E para ajudar principalmente os iniciantes, preparamos este breve guia com 10 sugestões do que fazer após instalar o Ubuntu 18.04 LTS. Vamos lá?!

Tutorial testado no Ubuntu 18.04 LTS 'Bionic Beaver' (64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.
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 Foi disponibilizado hoje (26 de abril de 2018), após vários meses de desenvolvimento, a versão final do Ubuntu 18.04 LTS (codinome "Bionic Beaver") que chega com várias novidades, atualização de pacotes e aprimoramentos. E por ser uma versão LTS, esta terá o suporte a atualizações e correções de erros pelos próximos 5 anos, ou seja, até abril de 2023.

 Tendo como base o Linux Kernel 4.15, o Ubuntu 18.04 traz uma série de mudanças em relação às últimas versões LTS, uma delas é adoção do GNOME Shell (no caso, o 3.28) como interface gráfica padrão, substituindo também o gerenciador de login LightDM pelo do GNOME, o GDM. Ao contrário do que ocorreu no 17.10, o Ubuntu "Bionic Beaver" terá o Xorg como servidor de exibição padrão e o Wayland como uma opção. Espera-se que, na próxima LTS (a ser lançada em 2020), o Wayland seja o servidor de exibição padrão.

 Outra mudança que você perceberá ao instalar o Ubuntu 18.04 (incluindo a maioria dos sabores oficiais) é a opção de instalação mínima que foi adicionada ao instalador, que conta com um ambiente de desktop básico, um navegador (Firefox) e utilitários do sistema. Quanto aos aplicativos, o GNOME To Do (gerenciador de tarefas) foi incluído na instalação padrão, assim como a suíte de escritório LibreOffice foi atualizada para a versão 6.0.

Wallpaper padrão do Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver)
Wallpaper padrão do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver)
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 O PyCharm é um Ambiente de Desenvolvimento Integrado (IDE) multiplataforma da JetBrains para desenvolvimento em Python. Além de trazer um conjunto de ferramentas úteis para um desenvolvimento produtivo, o IDE fornece capacidades de alta classe para o desenvolvimento web profissional com os frameworks Django, Flask e Google App Engine.

 Ele também possui suporte a diversos Sistemas de Controle de Versão (VCS) e interpretador Python remoto, bem como a integração com GitHub, gerador de Diagramas de Classe e ORM, criação e gerenciamento de ambientes virtuais (virtualenv), dentre várias outras funcionalidades. Confira todos os recursos do PyCharm no site oficial da JetBrains, acesse:

Conheça mais sobre o PyCharm  

 O PyCharm possui duas versões principais, a "Professional" (que é paga e possui todos os recursos citados anteriormente) e a "Community" (esta é gratuita e de código aberto, porém, tem menos recursos que a versão paga).
 Neste tutorial, você vai aprender a instalar manualmente o PyCharm Community no Debian, Ubuntu, Linux Mint e em distribuições derivadas de um jeito simples e fácil.

  Tutorial testado no Debian 9.4 "Stretch" e no Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver).
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 O TeamViewer é o mais popular software para acesso remoto, disponível para Linux, Chrome OS, Windows e para smartphones Android, iOS e BlackBerry. Além de estabelecer conexões de entrada e saída para suporte ou acesso a outros computadores em tempo real, com o TeamViewer também é possível participar de reuniões e apresentações, conversar com outras pessoas ou grupos e faça chamadas em vídeo, tudo isso através de uma interface simples e fácil de usar. Apesar de ser um software proprietário, o TeamViewer é gratuito para uso pessoal e não comercial; para mais detalhes, basta acessar o site oficial:

Conheça mais sobre o TeamViewer  

 Por muitos o TeamViewer para Linux foi baseado no Wine, porém, foi anunciado a alguns dias atrás uma nova versão nativa para Linux desenvolvida em Qt, com suporte a sistemas de 64 bits (sem dependências de 32 bits) e, para ficar ainda melhor, foi criado um repositório oficial para as principais distribuições RPM e DEB. Com isso, você sempre terá a versão mais recente do TeamViewer no seu sistema, não sendo necessário baixar manualmente o pacote de instalação a cada nova atualização! :)

 Neste tutorial você vai aprender a instalar o TeamViewer 13 no seu Debian, no Ubuntu, Linux Mint e em sistemas derivados. Vamos lá então?!

  Tutorial testado no Debian 9.3 "Stretch", Ubuntu 17.10 "Artful Aardvark" e no Linux Mint 18.3 "Sylvia".
  O TeamViewer não é compatível com o servidor gráfico Wayland, sendo necessário fazer login na Sessão com Xorg para utilizá-lo, ok?
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SUSE Cloud Application Platform - A mais nova e moderna plataforma para desenvolvimento de aplicativos e grupos de operações da SUSE

 A SUSE, pioneira em software open source, continua a sua busca incessante por auxiliar as empresas em agilizarem ainda mais os negócios, sempre por meio de soluções em código aberto. Buscando um portfólio cada vez mais completo voltado para a infraestrutura definida por software, a SUSE lança a solução SUSE Cloud Application Platform.

 A nova solução fornece às empresas a plataforma de aceleração para entrega de aplicativos nativos para computação em nuvem, baseado na tecnologia open souce Platform-as-a-Service (PaaS) mantida pelo projeto Cloud Foundry, do qual a SUSE é um membro Platinum junto às empresas Cisco, Dell EMC, IBM, Pivotal, SAP e VMware. A solução da SUSE utiliza também a estrutura de gerenciamento de containers amplamente adotada em todo o mundo, Kubernetes. As duas tecnologias foram associadas com o intuito de ajudar os times de desenvolvimento e operações, que aproveitem ambas as tecnologias e acelerem a entrega de aplicativos, reduzindo o time-to-market.

"Com o SUSE Cloud Application Platform, apoiamos múltiplas abordagens para a construção e entrega de aplicativos baseados em containers", relata Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. "Estamos juntando duas inovações open source ágeis – Kubernetes e Cloud Foundry – como o núcleo de uma solução de qualidade empresarial confiável. Esta solução inclui a única distribuição de Cloud Foundry em container e a primeira baseada em Linux comprovadamente de nível enterprise, o SUSE Linux Enterprise. Os CIOs podem agora adotar com confiança essas tecnologias para acelerar a produção de aplicativos".

 Utilizada pelas equipes de desenvolvimento de software e operações, a solução otimiza o gerenciamento do ciclo de vida de aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos nativos na nuvem. Combinando as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes, líderes na área, a plataforma facilita a integração da cultura de DevOps, automatizando as entregas de aplicativos, acelerando a inovação, melhorando a resposta na capacidade da infraestrutura de TI e maximizando o retorno do investimento. Também facilita a acomodação de uma ampla gama de arquiteturas de aplicativos e processos de entrega.

"Kubernetes e Cloud Foundry estão se tornando padrões de plataformas que suportam a entrega de aplicativos baseados em containers hoje. As empresas prendem-se em uma luta desnecessária para escolher entre essas plataformas, quando, na realidade, elas se complementam muito bem. O SUSE Cloud Application Platform coloca a SUSE em uma excelente posição para ajudar as empresas a se beneficiarem dos recursos combinados dessas importantes tecnologias", afirma Matt Eastwood, vice-presidente sênior de negócios, datacenters, infraestrutura na nuvem e grupos de pesquisa de desenvolvedores da IDC.

 Entre outras capacidades, o SUSE Cloud Application Platform simplifica o Cloud Foundry com uma abordagem única, alavancando Kubernetes para orquestração de uma versão em container de Cloud Foundry, o SUSE Cloud Application Plataform. A plataforma de aplicativos SUSE Cloud é baseada no SUSE Linux Enterprise, oferecendo Kubernetes e Cloud Foundry em um sistema operacional específico para containers com suporte enterprise.

"É incrível ver a SUSE continuar aproveitando a força do open source, levando a implementação de Cloud Foundry Application Runtime, colocando em containers e gerenciando com Kubernetes", diz Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation. "Nós também estamos entusiasmados por vê-los injetar o SUSE Linux Enterprise nesta distribuição, oferecendo às empresas a capacidade de executar os containers Cloud Foundry com base em um sistema operacional de nível enterprise. A SUSE atingiu uma marca crucial com esta distribuição e, até agora, a resposta dada por toda a comunidade Cloud Foundry foi muito positiva".


"As empresas buscam inovar sempre reduzindo o time-to-market das aplicações, com a criação do modelo 2 da TI, sempre em busca por soluções para quebrar a barreira de plataformas e o vendor lock-in, a solução SUSE Cloud Application Plataform permite as empresas possuir uma infraestrutura de aplicações escalável, automatizada e resiliente. Por utilizar o padrão Cloud Foundry, o cliente poderá expandir suas aplicações para nuvem pública com a mesma facilidade utilizada on-premise", ressalta Aslan Carlos, principal engenheiro de sistemas da SUSE.


"Sendo um membro de Cloud Foundry Foundation há mais de cinco anos e experimentando praticamente todas as suas vertentes, estamos realmente impressionados com o trabalho realizado pela SUSE. O uso de Kubernetes simplifica a implantação, melhora a utilização da infraestrutura e garante uma integração fácil em ambientes de TI. A escolha da tecnologia e o modelo comercial de distribuição de código aberto reduzem a barreira de adoção de Cloud Foundry e aproximam-se de muitas empresas médias e grandes", acrescenta Andrei Yurkevich, diretor de tecnologia da Altoros.


 O SUSE Cloud Application Plataform já está disponível. Para obter mais informações, acesse o site suse.com/products/cloud-application-platform.


Sobre a empresa

 A SUSE, pioneira em software open source, fornece soluções confiáveis e interoperáveis de Linux, infraestrutura de nuvem e armazenamento que dão às empresas maior controle e flexibilidade. Com mais de 20 anos de excelência em engenharia, um serviço excepcional e um ecossistema de parceiros sem igual, a SUSE fornece produtos e suporte que ajudam os clientes a gerenciar a complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais com confiança. Os relacionamentos duradouros que a companhia construiu permitem adaptar e entregar a inovação mais inteligente que os clientes precisam para ter sucesso hoje e amanhã. Para obter mais informações, visite www.suse.com.

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 O Projeto GNOME anunciou na semana passada (dia 14 de março de 2018), após mais 6 meses de trabalho árduo da comunidade, a versão final do GNOME 3.28 "Chongqing". Incorporando mais de 25 mil alterações no código feitas por aproximadamente 838 colaboradores, esta versão contém novos recursos, pequenas melhorias e também correções de erros.

 O codename "Chongqing" foi em reconhecimento à equipe de organização do GNOME.Asia 2017, evento este que ocorreu em outubro de 2017 na cidade chinesa de Chongqing.
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Instalando o driver da NVIDIA no openSUSE

 Devido a questões legais, a maioria das distribuições Linux (como o openSUSE) não incluem os codecs proprietários nos seus repositórios oficiais, o mesmo se aplica aos drivers de vídeo da NVIDIA. Com isso, ao realizar uma instalação "limpa" do openSUSE (Leap ou Tumbleweed) é carregado o Nouveau, um driver livre e de código aberto desenvolvido através da engenharia reversa do driver original.

 Apesar de funcionar perfeitamente na maioria das situações, o Nouveau pode não ser o mais adequado para quem deseja obter o máximo desempenho da placa em softwares (principalmente em jogos). Por isso, preparamos este tutorial ensinando a maneira mais fácil de instalar o driver proprietário da NVIDIA no seu openSUSE Leap ou openSUSE Tumbleweed. Vamos lá?!

  Tutorial testado num PC/Desktop com o openSUSE Tumbleweed e também no openSUSE Leap 42.3, utilizando uma GTX 1060 de 3GB.

Os principais tópicos deste tutorial:

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Passo a passo de instalação do IRPF 2018 no Linux

 Chegou a hora de acertar as contas com a Receita Federal, pois foi liberado para download hoje, dia 26 de fevereiro, o Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2018.

 O prazo de entrega da declaração (referente ao ano-base 2017) comerá nesta quinta-feira, dia 1º de março de 2018 e vai até às 23h59 do dia 30 de abril. Estão obrigados a prestar contas à Receita todos que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$28.559,70 ou, no caso de atividade rural, quem teve uma receita bruta superior a R$142.798,50.

 A partir deste ano, o painel do sistema terá informações das fichas que poderão ser mais relevantes para o contribuinte durante o preenchimento da declaração. Além disso, será obrigatória a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, completados até o dia 31 de dezembro de 2017.

 Para mais detalhes, acesse o site oficial da Receita Federal e tire todas as suas dúvidas em relação ao Imposto de Renda Pessoa Física de 2018:

IRPF 2018 - Receita Federal  

 Precisa fazer a sua declaração do Imposto de Renda e utiliza alguma distribuição Linux (openSUSE, Fedora, Ubuntu, Debian, Linux Mint, etc.)? Então confira, nesta dica, como fazer a instalação do IRPF 2018 utilizando a versão multiplataforma do programa.
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 Quem decide instalar alguma distribuição Linux num notebook/netbook com o LXDE, que é um ambiente de área de trabalho leve e rápido, desenvolvido principalmente para computadores lentos ou com baixa performance, poderá enfrentar alguns problemas com o touchpad, já que este vem desabilitado por padrão (pelo menos no Fedora 27 LXDE).

 Para resolver isso, o nosso leitor Luís Moreira preparou essa dica rápida ensinando como habilitar/ativar o touchpad no desktop LXDE.

  Tutorial testado no Fedora 27 LXDE, mas pode ser executado em qualquer distribuição Linux com o ambiente LXDE.
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Lançado KDE Plasma 5.12 LTS, confira as novidades!

 Conforme o planejado, foi anunciado hoje, dia 6 de fevereiro de 2017, o KDE Plasma 5.12, a segunda versão de longo tempo de suporte (LTS) do projeto KDE, que chega com várias novas funcionalidades e melhorias.
 A equipe de desenvolvimento do Plasma se empenhou bastante para este lançamento, fazendo uma triagem e correção de erros em todos os aspectos da base de código. Um dos resultados disso foi a redução no tempo para iniciar a sessão do ambiente de trabalho do Plasma e do consumo de memória RAM e processador quando está em execução.
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 O LibreOffice é uma das melhores e mais conhecidas suítes de escritório de código aberto, destinado tanto para uso pessoal quanto comercial e disponível gratuitamente para Linux, Windows, macOS e sistemas Unix-like, além de contar com um visualizador de documentos para Android. É um projeto da The Document Foundation (organização sem fins lucrativos fundada em 2010 pelos membros do OpenOffice.org) desenvolvido, aperfeiçoado e distribuído por uma comunidade internacional de voluntários.

 Com uma interface limpa e ferramentas poderosas, o LibreOffice ajuda você a liberar a sua criatividade e aumentar a produtividade, oferecendo todas as funções esperadas de uma suíte profissional: LibreOffice Writer (editor de textos), LibreOffice Calc (editor de planilhas eletrônicas), LibreOffice Impress (editor de apresentações), LibreOffice Draw (gráficos vetoriais e fluxogramas), LibreOffice Base (aplicativo de banco de dados) e o LibreOffice Math (editor de equações e fórmulas).



 Diferente de outras suítes comerciais, o LibreOffice utiliza por padrão o ODF (OpenDocument Format), um formato de documento moderno e de código aberto baseado em XML (eXtensible Markup Language), que podem ser facilmente descompactados e lidos por qualquer editor de texto. Apesar disso, é compatível também com os formatos de documentos da suíte de escritório da Microsoft (Word, Excel, PowerPoint e Publisher).

 Para conhecer mais detalhes a respeito do LibreOffice e todas as suas funcionalidades, acesse o site oficial do projeto:


 Foi lançado na última quarta-feira, dia 31 de janeiro de 2018, o LibreOffice 6.0, versão esta que trouxe vários novos recursos e melhorias adicionados aos seus componentes. Dentre algumas das novidades estão o recurso de assinatura e criptografia de documentos com OpenPGP, novas funções de planilha para o Calc, um novo estilo de tabela padrão do Writer, a possibilidade de exportar os documentos para o formato EPUB3, inclusão dos ícones do elementary OS e duas novas variantes da "Notebookbar". Veja no vídeo as principais novidades desta versão:


 O anúncio oficial você pode conferir no blog da The Document Foundation, acesse:

Anúncio do LibreOffice 6.0 - The Document Foundation Blog

 Nas distribuições rolling release, como openSUSE Tumbleweed e o Fedora Rawhide, esta nova versão já está disponível (ou será disponibilizada em breve) nos repositórios oficiais, mas se você não quer esperar e deseja testar agora todas as novidades do LibreOffice 6.0 no seu openSUSE Leap ou Fedora Workstation, confira este passo a passo de instalação manual que preparamos.

  Tutorial testado no openSUSE Leap 42.3 e no Fedora 27 Workstation.

Os principais tópicos deste tutorial:

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Lançado o primeiro beta do openSUSE Leap 15.0!

 Seguindo o mesmo modelo de desenvolvimento do Leap 42.3, foi disponibilizado hoje, dia 31 de janeiro de 2018, o primeiro snapshot da fase beta do openSUSE Leap 15.0. À medida em que os bugs forem corrigidos e novos pacotes são adicionados/removidos, os novos snapshots serão publicados na lista de discussão do openSUSE após passarem por uma fase de testes do openQA.
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Como instalar o NetBeans no openSUSE e no Fedora

 O NetBeans é um IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado) de código aberto, gratuito e multiplataforma (disponível Linux, macOS, Solaris e Windows). Ele é escrito em Java e utilizado por programadores de todo o mundo, permitindo aos mesmos escrever, compilar, depurar e instalar programas. Além de oferecer o suporte ao desenvolvimento de todos os tipos de aplicativos Java (Java SE (incluindo o JavaFX), Java ME, web apps, EJB e aplicativos móveis), o NetBeans IDE também possui suporte a várias linguagens de programação, dentre elas o PHP, HTML5, JavaScript, C e C++.

 Dentre os principais recursos do NetBeans estão o FindBugs, uma ferramenta de análise estática com integração especial, amplamente utilizada para a identificação e correção de problemas comuns em código Java e o NetBeans Debugger, que permite a inserção de pontos de interrupção no código fonte, adicionar "watches" de campo, avançar pelo código, executar métodos, obter telas e monitorar a execução durante sua ocorrência.

 Além disso, ele também conta com um editor de código fonte integrado, que possui vários recursos para aplicações Web (Servlets e JSP, JSTL, EJBs) e aplicações visuais com Swing (API Java para interfaces gráficas) e um visualizador de classes integrado ao de interfaces, que gera automaticamente o código dos componentes de forma bem organizada, facilitando o entendimento de programadores iniciantes.

 Para conhecer melhor o NetBeans e todas as suas funcionalidades, acesse o site oficial do projeto clicando no botão abaixo:


 Neste tutorial você vai aprender a instalar a versão mais recente do NetBeans no seu openSUSE e Fedora Workstation, que é bem fácil. Vamos lá?!

  Tutorial testado no openSUSE Tumbleweed e no Fedora 27 Workstation.
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 Manter sempre uma cópia de todos os dados armazenados no disco rígido é um dos procedimentos mais importantes que todos devem fazer (seja todo dia, semanalmente ou mensalmente), porém, muitos só lembram que deveriam ter feito um backup dos documentos, imagens, músicas, etc. depois que o HDD/SSD começa a apresentar problemas ou quando formata por engano uma partição do mesmo.

 Uma maneira simples de fazer backup é copiar manualmente todos os dados importantes, tais como documentos, imagens, músicas, vídeos, etc. para um outro dispositivo de armazenamento, mas existe um aplicativo que facilita ainda mais esse processo e está presente na maioria das distribuições, o Déjà Dup.

 O Déjà Dup (day-ja-doop) é um utilitário simples e eficiente do GNOME para fazer backups dos seus arquivos pessoais, sendo basicamente uma interface gráfica para o Duplicity (que, por sua vez, utiliza o rsync para fazer backups incrementais, criptografados e comprimidos). Além de dispositivos de armazenamento locais (discos rígidos externos, pen drives, etc.), o Déjà Dup também possui suporte para salvar os backups em locais remotos ou em nuvem, como o Google Drive e Nextcloud.

 Para conferir todas as funcionalidades do Déjà Dup, acesse o site oficial do projeto:

  Saiba mais sobre o Déjà Dup

Confira também:  Como fazer backup dos seus arquivos de configuração no GNU/Linux

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Passo a passo de atualização do openSUSE Leap 42.2 para o 42.3

 Você vai aprender, neste tutorial, a atualizar do seu openSUSE Leap 42.2 para o Leap 42.3, seja utilizando a mídia de instalação ou alterando os repositórios.

 Na próxima sexta-feira, dia 26 de janeiro de 2018, chegará ao fim o suporte oficial para o openSUSE Leap 42.2, lançado em julho do ano passado. Com isso, todos os usuários deverão atualizar para a versão mais recente, o openSUSE Leap 42.3, para continuar recebendo as correções de segurança e atualizações de pacotes.

 Apesar de considerar (na minha opinião) uma instalação "limpa" do openSUSE Leap 42.3 a melhor opção, é possível atualizar da versão 42.2 para a 42.3 sem problemas, desde que siga à risca alguns procedimentos, e é isso que você vai aprender neste passo a passo que preparamos!

Índice

Preparativos;
Resumo dos métodos de atualização disponíveis;
Como atualizar para o openSUSE Leap 42.3 via mídia de instalação (recomendado);
Como atualizar para o openSUSE Leap 42.3 alterando os repositórios;
Restaurando os repositórios "antigos" (opcional).

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 Por muitas vezes criamos um pen drive bootável que possui um espaço de armazenamento bem maior que a imagem ISO, não é mesmo?! Uma outra situação também bem comum é ter que formatar o mesmo pen drive para gravar a ISO de outro sistema, o que não é nada prático. Porém, é possível ter mais de um sistema instalado no mesmo pen drive com a ajuda do MultiBootUSB.

 O MultiBootUSB é um software multiplataforma e de código aberto que permite criar um pen drive bootável com vários sistemas operacionais (Linux ou Windows), bem como antivírus (no modo "Live"), utilitários para clonagem de disco, ferramentas de recuperação e/ou diagnóstico sem apagar os dados do mesmo, tudo isso com uma interface gráfica simples e fácil de utilizar!
 Além disso, ele também possui a opção de gravar uma única imagem de disco no pen drive (utilizando o "dd") e de testar o próprio pen drive sem reiniciar o computador através do QEMU, que é um emulador/virtualizador de código aberto.

 Para mais detalhes sobre o MultiBootUSB, acesse o site oficial do projeto:

  Saiba mais sobre o MultiBootUSB
  Tutorial testado nas versões de 64 bits do Fedora 27 Workstation, openSUSE Leap 42.3 e Debian 9.3 "Stretch".
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 Quem gosta de testar outras distribuições Linux (assim como eu) já está acostumado a baixar várias imagens ISO, algumas delas são relativamente "grandes", como é o caso da ISO de instalação do openSUSE Leap e do CentOS, que possuem pouco mais de 4GB.

 Apesar de todas as principais distros disponibilizarem o torrent como opção de download, muitos ainda preferem fazer o download direto da ISO. Este "método" tem suas vantagens, uma delas é a possibilidade de usar (apesar de não recomendado para arquivos grandes) o gerenciador de downloads nativo dos navegadores, sem a necessidade de instalar um aplicativo "dedicado" no seu sistema, mas a principal desvantagem é o risco do arquivo corromper-se durante o download, como aconteceu comigo em 2013 com a ISO do Ubuntu 13.04 "Raring Ringtail".

 Ao constatar que o arquivo que você acabou de baixar está corrompido (verificando o hash MD5/SHA do mesmo), a primeira coisa que vem na mente é tentar baixá-lo novamente, não é mesmo? Isso é simples para quem tem uma conexão com boa velocidade, porém, quem tem uma internet lenta (e, em alguns casos, limitada), ter que baixar novamente do zero fica bem complicado... Mas, nem tudo está perdido. Se o seu arquivo possui o torrent como opção alternativa de download, as chances de recuperá-lo são grandes, e é isso que mostraremos neste tutorial!

  Este tutorial foi produzido a partir de uma imagem ISO corrompida do openSUSE Leap, mas pode ser realizado com a ISO de qualquer outra distribuição, bem como com qualquer tipo de arquivo, DESDE QUE haja um torrent oficial e idêntico ao seu arquivo.
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 O Wine / WineHQ é uma camada de compatibilidade gratuita e de código aberto capaz de executar aplicativos e jogos desenvolvidos para o Windows no Linux e em outros sistemas compatíveis com POSIX, como é o caso do FreeBSD e macOS.

 Em vez de simular a lógica interna do Windows como uma máquina virtual ou um emulador, o Wine (retro-acrônimo para Wine Is Not an Emulator) traduz as chamadas da API do Windows em chamadas POSIX durante a execução (on-the-fly), eliminando as penalidades de desempenho e memória de outros métodos, permitindo que você integre de uma forma quase que "nativa" os softwares do Windows no seu sistema.

 Para conhecer mais detalhes sobre o Wine, acesse a página oficial do projeto e o artigo sobre o mesmo na Wikipédia:


 Neste tutorial você vai aprender a instalar facilmente o Wine no seu Debian e Ubuntu através do repositório oficial, que, atualmente, possui três versões distintas. São elas:

  • Stable - Como o próprio nome sugere, esta é a versão estável do Wine (com ciclo de lançamento anual e atualizações menores a cada 10-12 semanas). Destina-se a usuários cujos aplicativos e jogos já funcionam bem no código existente e que não estão interessados em testar novas versões;
  • Development - Versão de desenvolvimento (e principal) do Wine, onde são adicionados novos recursos e os bugs são corrigidos. É recomendada para os usuários que querem (ou precisam) dos recursos mais recentes e correções de erros ainda não disponíveis na versão estável;
  • Staging - Esta é a versão de desenvolvimento onde são testados centenas de recursos e patches experimentais que ainda não estão prontos para serem adicionados na versão principal (Development), voltada principalmente para usuários de aplicativos e/ou jogos afetados por bugs e também aos interessados em ajudar a testar patches experimentais.

 Tanto a versão Development quanto a Staging tem um cronograma de lançamento quinzenal.

  Dica testada no Debian 9.3 "Stretch" e Ubuntu 16.04.3 LTS "Xenial Xerus", ambos de 64 bits.
 É possível executar uma grande variedade de aplicativos do Windows (como o Microsoft Office 2010), mas não todos. Confira a lista oficial dos aplicativos compatíveis com o Wine acessando este link aqui.

Os principais tópicos deste tutorial: