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Sua fonte de informação sobre Linux, com notícias, tutoriais e dicas de fácil entendimento para usuários do openSUSE, Fedora, Debian e Ubuntu!

 A poucos dias atrás foi lançado o Fedora 28, trazendo várias melhorias, correções de erros e novidades, dentre elas estão o ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.1, o Firefox 59 e o LibreOffice 6.0.3. Com isso, muitos usuários que utilizam o Fedora 27 já planejam instalar a mais recente versão, antes mesmo do término do suporte.

 Além do método mais "comum", que é reinstalar o sistema do zero, o Fedora também conta com um processo de atualização simplificado, o que facilita (e muito) a vida dos usuários, e é isto que você vai aprender neste tutorial!

  Tutorial testado no Fedora 27 Workstation (64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME.

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 Foi lançado na última terça-feira, dia 1º de abril de 2018, a versão final do Fedora 28 nas edições Workstation, Server e Atomic, contando com um suporte de aproximadamente 13 meses. Dentre algumas das novidades estão o Linux Kernel 4.16, o ambiente de área de trabalho GNOME 3.28, incluído os Adicionais para Convidado do VirtualBox na instalação padrão e uma forma mais fácil de adicionar repositórios de terceiros (seções Steam e NVIDIA do RPM Fusion, do Google Chrome e PyCharm). Além disso, foi incluído a versão mais recente de aplicativos e pacotes, tais como o Mozilla Firefox 59 e o LibreOffice 6.0.3. Para conferir todas as novidades, acesse o anúncio oficial publicado no site Fedora Magazine.

 E como já é de costume, preparamos um tutorial com algumas sugestões do que fazer após instalar o Fedora 28 Workstation, dentre elas estão a dica de habilitar o Delta RPM (que pode diminuir consideravelmente o volume de atualizações a serem baixadas), a instalação de codecs e players multimídia como o VLC e SMPlayer, dos drivers da NVIDIA, de softwares para edição de áudio, vídeo e imagem, de navegadores populares (Google Chrome, Opera e Vivaldi), ferramentas para desenvolvedores (JRE/JDK e IDEs), utilitários e muito mais!

  Tutorial testado no Fedora 28 Workstation de 64 bits, com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.1.

Os principais tópicos deste tutorial:

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 Foi lançado na última terça-feira, dia 1º de maio de 2018, a versão final do Fedora 28 tendo como base o Kernel 4.16 e o GNOME 3.28 como interface gráfica padrão. Dentre as novidades estão a possibilidade de adicionar facilmente os principais repositórios de terceiros (RPM Fusion (apenas Steam e NVIDIA), Google Chrome e PyCharm (copr)), a etapa de criação do usuário (para novas instalações) será feita após o primeiro boot do sistema e atualizações de softwares, como é o caso do Firefox 59 e LibreOffice 6.0.3.

 E para ajudar os iniciantes, preparamos este breve guia com 10 sugestões (as principais, na minha opinião) do que fazer após instalar o Fedora 28, independentemente se instalou a versão Workstation (com GNOME) ou uma das Spins oficiais. Vamos lá então?!

Tutorial testado no Fedora 28 Workstation (de 64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.
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 Conforme o esperado, o líder do Projeto Fedora (Matthew Miller) anunciou hoje, dia 1º de maio de 2018, a versão final do Fedora 28 que chega com diversas melhorias, atualizações de pacotes e novos recursos. O Fedora é uma distribuição comunitária patrocinada pela Red Hat, contando com um suporte de aproximadamente 13 meses.

 O Linux Kernel 4.16 é a "base" desta mais nova versão do Fedora, que conta com a inclusão por padrão do Repositório Modular na versão "Server" (voltada para servidores, como o próprio nome sugere) ao invés de um sistema modular em separado. Apesar disso, é possível adicionar tal repositório no Fedora Workstation e Atomic.

 Quanto à versão Workstation, esta traz o GNOME Shell 3.28.1 "Chongqing" como ambiente de desktop. Além do suporte à conexão Thunderbolt 3, o GNOME 3.28 adiciona a capacidade de favoritar pastas, arquivos e contatos, facilitando ainda mais a organização e o acesso aos mesmos. Outros aprimoramentos adicionais incluem recursos de economia de energia ativos por padrão (melhorando a duração da bateria em notebooks, a remoção do recurso de exibir os ícones (Lixeira, volumes montados, pastas, etc.) na área de trabalho, melhorada a transferência de arquivos entre o computador e as máquinas virtuais do Boxes dentre outras novidades. Para mais detalhes a respeito do GNOME 3.28, acesse este link.


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 Foi lançado hoje, dia 26 de abril de 2018, a mais recente versão com Longo Tempo de Suporte (LTS) do Ubuntu, a 18.04 "Bionic Beaver", trazendo uma série de novidades, atualização de pacotes e aprimoramentos. Esta também é a primeira versão LTS a utilizar o GNOME como interface gráfica padrão depois que o Unity foi descontinuado pela Canonical.

 Dentre algumas das novidades estão o Kernel Linux 4.15, a opção de instalação mínima no instalador padrão, aplicativos do GNOME atualizados para a versão 3.28 (exceto o Nautilus) e a troca de alguns utilitários (como a Calculadora do GNOME) para o formato Snap. Além disso, agora não é mais necessário rodar um "apt update" após adicionar um repositório PPA, a lista de repositórios será atualizada automaticamente ao executar o comando para instalar os pacotes fornecidos pelo mesmo. Para mais detalhes, clique aqui e acesse as Notas da Versão.


 E como já é de costume, preparamos um tutorial com algumas dicas do que fazer após instalar o Ubuntu 18.04 LTS, dentre elas estão a instalação de codecs e players multimídia, de aplicativos para edição de áudio, vídeo e imagem, da Steam, de navegadores como o Google Chrome e Opera, do VirtualBox e muito mais!

  Tutorial testado no Ubuntu 18.04 LTS 'Bionic Beaver' de 64 bits, com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.

Os principais tópicos deste tutorial:

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 Foi lançado a algumas horas atrás o Ubuntu 18.04 "Bionic Beaver", a mais recente versão LTS que terá suporte até abril de 2023. Além do Kernel 4.15, esta nova versão traz o LibreOffice 6.0 e GNOME 3.28 como interface gráfica padrão. Você pode conferir todos os detalhes acessando as Notas da Versão.

 E para ajudar principalmente os iniciantes, preparamos este breve guia com 10 sugestões do que fazer após instalar o Ubuntu 18.04 LTS. Vamos lá?!

Tutorial testado no Ubuntu 18.04 LTS 'Bionic Beaver' (64 bits), com ambiente de área de trabalho GNOME 3.28.
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 Foi disponibilizado hoje (26 de abril de 2018), após vários meses de desenvolvimento, a versão final do Ubuntu 18.04 LTS (codinome "Bionic Beaver") que chega com várias novidades, atualização de pacotes e aprimoramentos. E por ser uma versão LTS, esta terá o suporte a atualizações e correções de erros pelos próximos 5 anos, ou seja, até abril de 2023.

 Tendo como base o Linux Kernel 4.15, o Ubuntu 18.04 traz uma série de mudanças em relação às últimas versões LTS, uma delas é adoção do GNOME Shell (no caso, o 3.28) como interface gráfica padrão, substituindo também o gerenciador de login LightDM pelo do GNOME, o GDM. Ao contrário do que ocorreu no 17.10, o Ubuntu "Bionic Beaver" terá o Xorg como servidor de exibição padrão e o Wayland como uma opção. Espera-se que, na próxima LTS (a ser lançada em 2020), o Wayland seja o servidor de exibição padrão.

 Outra mudança que você perceberá ao instalar o Ubuntu 18.04 (incluindo a maioria dos sabores oficiais) é a opção de instalação mínima que foi adicionada ao instalador, que conta com um ambiente de desktop básico, um navegador (Firefox) e utilitários do sistema. Quanto aos aplicativos, o GNOME To Do (gerenciador de tarefas) foi incluído na instalação padrão, assim como a suíte de escritório LibreOffice foi atualizada para a versão 6.0.

Wallpaper padrão do Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver)
Wallpaper padrão do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver)
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 O PyCharm é um Ambiente de Desenvolvimento Integrado (IDE) multiplataforma da JetBrains para desenvolvimento em Python. Além de trazer um conjunto de ferramentas úteis para um desenvolvimento produtivo, o IDE fornece capacidades de alta classe para o desenvolvimento web profissional com os frameworks Django, Flask e Google App Engine.

 Ele também possui suporte a diversos Sistemas de Controle de Versão (VCS) e interpretador Python remoto, bem como a integração com GitHub, gerador de Diagramas de Classe e ORM, criação e gerenciamento de ambientes virtuais (virtualenv), dentre várias outras funcionalidades. Confira todos os recursos do PyCharm no site oficial da JetBrains, acesse:

Conheça mais sobre o PyCharm  

 O PyCharm possui duas versões principais, a "Professional" (que é paga e possui todos os recursos citados anteriormente) e a "Community" (esta é gratuita e de código aberto, porém, tem menos recursos que a versão paga).
 Neste tutorial, você vai aprender a instalar manualmente o PyCharm Community no Debian, Ubuntu, Linux Mint e em distribuições derivadas de um jeito simples e fácil.

  Tutorial testado no Debian 9.4 "Stretch" e no Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver).