Agosto 2017
Sua fonte de informação sobre Linux, com notícias, tutoriais e dicas de fácil entendimento para usuários do openSUSE, Fedora, Debian e Ubuntu!
Webinar SUSE OpenStack Cloud

 A SUSE, pioneira em software open source, com soluções de Linux, infraestrutura de nuvem e armazenamento, aproveitará para falar a respeito do SUSE OpenStack Cloud no dia 5 de setembro através de um webinar promovido pela própria companhia. A proposta é debater com as empresas que precisam de flexibilidade e responder de maneira eficiente às novas exigências do mercado.

 O SUSE OpenStack Cloud oferece tecnologia pronta para a criação de nuvens privadas de IaaS (Infraestrutura como Serviço), permitindo o acesso a pools de recursos de TI automatizados para desenvolver e executar aplicativos e workloads com eficiência no seu data center. O responsável que falará sobre o tema será o engenheiro de sistemas da SUSE, Aslan Carlos, que explicará o funcionamento do serviço e seus benefícios.

 Durante o webinar, além do tema central, SUSE OpenStack Cloud, será abordado também o SUSE Enterprise Storage, já que ambas plataformas são totalmente integradas e com a tecnologia Ceph, oferecem recursos de armazenamento definido por softwares escaláveis e resilientes.

 A participação no webinar é gratuita e possui vagas limitadas, para se inscrever basta acessar https://goo.gl/snwvxy.

SERVIÇO

     Webinar: SUSE OpenStack Cloud

     Palestrante: Aslan Carlos - Engenheiro de sistemas da SUSE

     Data: 5 de setembro de 2017

     Horário: 10h

     Inscrições: https://goo.gl/snwvxy


Sobre a empresa

 A SUSE, pioneira em software open source, fornece soluções confiáveis e interoperáveis de Linux, infraestrutura de nuvem e armazenamento que dão às empresas maior controle e flexibilidade. Com mais de 20 anos de excelência em engenharia, um serviço excepcional e um ecossistema de parceiros sem igual, a SUSE fornece produtos e suporte que ajudam os clientes a gerenciar a complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais com confiança. Os relacionamentos duradouros que a companhia construiu permitem adaptar e entregar a inovação mais inteligente que os clientes precisam para ter sucesso hoje e amanhã. Para obter mais informações, visite www.suse.com.


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Você vai conferir, neste artigo, algumas dicas do que fazer após instalar o Linux Mint Debian Edition 2.

 O Linux Mint Debian Edition (LMDE) é uma distribuição baseada no Debian Estável e que está disponível nas versões Cinnamon e MATE. Para baixá-lo, basta acessar o link abaixo:

  https://www.linuxmint.com/download_lmde.php

 Nesta dica veremos algumas sugestões do que se fazer após instalar o LMDE 2 "Betsy" (64 bits), que é baseado no Debian 8 "Jessie" e possui suporte até abril de 2020.

  Dica enviada pelo nosso leitor Clodoaldo Santos, postada originalmente no Blog Linux Mint Dicas e no Viva o Linux.
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Como instalar o Fedy no Fedora Workstation

Você vai aprender, nesta dica, a instalar codecs, softwares multimídia, temas e muito mais no seu Fedora com o Fedy.

 Quem acompanha o blog a algum tempo já sabe que, desde 2016, publicamos algumas sugestões do que fazer após instalar as versões mais recentes do Fedora, como a instalação dos codecs e softwares multimídia, de navegadores como o Google Chrome e o Opera, do Adobe Flash e outros.
 A grande maioria dos procedimentos indicados nestes guias de pós-instalação requerem o uso do terminal, basta apenas copiar e colar cada um dos comandos apresentados para executá-los (que, na minha opinião, é uma forma de se "acostumar" com a temida "tela preta" e de aprender o que cada comando faz). Porém, existe uma maneira mais fácil de instalar softwares adicionais no seu Fedora após a instalação, que é através do Fedy (conhecido anteriormente como "Fedora Utils").

 O Fedy é uma ferramenta gráfica de pós-instalação do Fedora Workstation. Com uma interface simples, o Fedy é composto basicamente por uma coleção de scripts que facilitam (e muito) a vida do usuário final, já que basta apenas alguns cliques para instalar uma grande variedade de softwares e pacotes que não estão incluídos nos repositórios oficiais do Fedora, como codecs, temas de ícones e GTK, suporte à reprodução de DVDs criptografados e extração/compactação de arquivos, o Oracle Java e vários outros.
 Além disso, ele também traz vários utilitários para realizar pequenos ajustes no sistema, como um para desabilitar temporariamente o SELinux e um "limpador" de arquivos inúteis.

 Conheça mais detalhes sobre o Fedy acessando o site oficial:

  http://folkswithhats.org/

 Ou através da página do projeto no GitHub:

  https://github.com/folkswithhats/fedy/
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Instalando o Google Chrome no Ubuntu e no Debian

 O Google Chrome é um navegador multiplataforma (disponível para Linux, macOS, Windows, Android e iOS) desenvolvido pela gigante Google. Segundo uma pesquisa feita pela StatCounter, ele é o navegador mais utilizado no mundo (no Brasil, mais de 75% das pessoas o utilizam, segundo dados de julho de 2016 à julho de 2017). O Chrome utiliza o motor de renderização Blink, que também é desenvolvido pela Google (um fork do WebKit), tendo como um dos diferenciais a sua velocidade para abrir páginas da Web, sendo considerado por muitos o mais rápido do mercado.

 Contando com uma proteção contra malware e phishing, ele possui uma interface minimalista, permitindo que você se concentre no que realmente importa, e a possibilidade de instalar vários temas e adicionar novas funcionalidades com as diversas extensões e aplicativos disponíveis a partir da Chrome Web Store:

Janela do Google Chrome, mostrando alguns dos aplicativos disponíveis na Chrome Web Store

 Além de permitir que você faça login com sua conta do Google, o que é útil para sincronizar os seus favoritos, configurações e histórico em todos os dispositivos, o Chrome também possui vários outros recursos, como um tradutor automático e um leitor de PDFs integrado.

 Confira todos os recursos presentes no Google Chrome acessando o site oficial, acesse:

  https://www.google.com.br/chrome/browser/features.html

 Nesta dica mostro-lhes como instalar as três principais versões do Chrome no Ubuntu e no Debian, que são o Google Chrome Stable (versão estável, utilizada pela maioria das pessoas), o Google Chrome Beta (como o próprio nome diz, esta é a versão beta do navegador que traz uma prévia das novidades que serão implementadas em breve na versão estável) e o Google Chrome Unstable (versão instável do Chrome, sujeita a bugs, travamentos e outros problemas, voltada principalmente a usuários avançados e desenvolvedores).

  Tutorial testado no Ubuntu 16.04.3 LTS (Xenial Xerus) e Debian 9 "Stretch".
  Lembrando que o Google Chrome só está disponível para sistemas de 64 bits. Caso seu sistema seja de 32 bits, a solução é instalar outros navegadores compatíveis, como, por exemplo, o Chromium (que é a "base" do Google Chrome), o Opera e o Vivaldi.
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 Já não é novidade para ninguém que o VirtualBox é um dos softwares de virtualização de sistemas operacionais mais populares da atualidade. Com uma interface fácil de usar, ele também pode ser usado tanto no Linux quanto no macOS, Windows e Solaris, além de conter alguns recursos que não estão presentes (ou que precisam de uma licença paga) em outras soluções de virtualização gratuitas e multiplataformas.

 Com o lançamento do Debian 9 "Stretch" a algumas semanas atrás, muitas pessoas optam por testá-lo no VirtualBox antes de instalar em sua "máquina real" (ou pretendem mesmo utilizá-lo apenas no VirtualBox). Caso também tenha escolhido testar o Debian no VirtualBox, você deve ter percebido que após a instalação e reinício da VM, ela ficará com duas "barras pretas" nas laterais (com a proporção de tela 4:3) ao colocá-la em tela cheia pressionando Ctrl (direita) + f, assim como no exemplo abaixo:

Máquina Virtual do Debian Stretch com proporção de tela 4:3 após a instalação

 Para solucionar esse "problema", devemos instalar os Adicionais para Convidado, que além de fazer com que sua máquina virtual fique totalmente em tela cheia, ele também habilita o compartilhamento da área de transferência entre o sistema convidado (instalado no VirtualBox) e o hospedeiro (o sistema operacional do seu "computador real") e também de pastas entre o seu computador e a máquina virtual, bem como a possibilidade de "movimentar livremente" o mouse entre o hospedeiro e o convidado.
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Lançado o livro "Wireshark para profissionais de segurança", da Novatec Editora

 O Wireshark disponibiliza um conjunto eficaz de recursos que permite inspecionar a sua rede em um nível microscópico. Os diversos recursos e o suporte a vários protocolos fazem do Wireshark uma ferramenta de segurança de valor inestimável, mas também o tornam difícil ou intimidador para os iniciantes que queiram conhecê-lo. Wireshark para profissionais de segurança é a resposta: este livro ajudará você a tirar proveito do Wireshark e de ferramentas relacionadas a ele. Este livro inclui uma introdução completa ao Metasploit, que é uma ferramenta de ataque eficaz, assim como da linguagem popular de scripting Lua.
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Passo a passo de instalação do openSUSE Leap 42.3

 Você vai aprender, neste tutorial, a instalar facilmente o openSUSE Leap 42.3 no seu computador, seja em instalação única ou fazendo "dual boot" com o Windows ou outras distribuições Linux.

 Foi anunciado na semana passada, dia 26 de julho de 2017, o openSUSE Leap 42.3, a última atualização da série 42.x. Nesta nova versão, que também tem como base o Linux Kernel 4.4 LTS (assim como o Leap 42.2), você encontrará mais atualizações de pacotes/softwares do que "novidades". Dentre os softwares que foram atualizados estão o Mozilla Firefox 52 ESR, Thunderbird 52 e LibreOffice 5.3, além dos ambientes de área de trabalho KDE Plasma 5.8.7 LTS e GNOME 3.20.2. Para conferir mais alguns detalhes a respeito do openSUSE Leap 42.3, acesse o nosso post anterior no link abaixo:

  http://www.blogopcaolinux.com.br/2017/07/Lancado-o-openSUSE-Leap-42-3-download.html

Utilizamos, neste tutorial, o DVD de instalação do openSUSE Leap 42.3 e o Oracle VM VirtualBox (versão 5.1.26) para realizar esta instalação, onde já estava instalado o Windows 10 Pro (com o recurso EFI habilitado nas configurações) num disco rígido "virtual" de 50 GB e 2 GB de memória RAM.
Apesar disso, os procedimentos abaixo podem ser executados em computadores com ou sem UEFI e fazendo ou não dual boot.