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Tutoriais de instalação e pós-instalação do openSUSE, Fedora e Ubuntu, além de notícias e dicas sobre Linux em geral!
Ativando ou desativando o SELinux no Fedora e no CentOS

Aprenda, nesta dica, a habilitar ou desabilitar o SELinux no Fedora e no CentOS.

 Já não é novidade para ninguém que o Linux é reconhecido mundialmente como um dos sistemas operacionais mais seguros para se utilizar. Apesar de não ser 100% livre de ameaças, são raros os casos em que algum sistema Linux foi "afetado" por algum vírus/malware (e quando isso acontece, está restrito a servidores), diferente do que acontece com um outro sistema famoso presente na maioria dos computadores...

 E para reforçar ainda mais a segurança do Linux, foi criado em 1º de janeiro de 1998 o SELinux, um módulo de segurança para o Kernel Linux desenvolvido originalmente pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) em parceria com a Red Hat. O SELinux fornece um mecanismo de Controle de Acesso Mandatório (MAC), que restringe o nível de controle que os usuários tem sobre os objetos que eles criam, adicionando categorias e rótulos a todos os objetos do sistema de arquivos. Os usuários e processos devem ter acesso adequado a estas categorias e rótulos para que então possam interagir com esses objetos. Como aplicação do SELinux, o que se tem são rótulos contendo informações relevantes para a segurança de processos e arquivos, informações estas conhecidas como "Chamadas de Contexto SELinux" (SELinux context).
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Instalando o Android Studio no openSUSE e no Fedora Workstation

 O Android Studio é o IDE (Integrated Development Environment ou 'Ambiente de Desenvolvimento Integrado') oficial da Google para desenvolver aplicativos para o Android, baseado no IntelliJ IDEA, de JetBrains. Ele está disponível gratuitamente, tanto para Linux como Windows e macOS e, além do editor de código e das ferramentas de desenvolvedor avançadas do IntelliJ, o Android Studio oferece ainda mais recursos para aumentar sua produtividade na criação de aplicativos Android, como:

  • Um sistema de compilação flexível baseado no Gradle;
  • Um emulador rápido com inúmeros recursos;
  • Um ambiente unificado para você poder desenvolver para todos os dispositivos Android;
  • Instant Run para aplicar alterações a aplicativos em execução sem precisar compilar um novo APK;
  • Modelos de códigos e integração com GitHub para ajudar a criar recursos comuns dos aplicativos e importar exemplos de código;
  • Ferramentas e estruturas de teste cheias de possibilidades;
  • Ferramentas de verificação de código suspeito para detectar problemas de desempenho, usabilidade, compatibilidade com versões e outros;
  • Compatibilidade com C++ e NDK;
  • Compatibilidade embutida com o Google Cloud Platform, facilitando a integração do Google Cloud Messaging e do App Engine.
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Novatec Editora lança o livro "Desenvolvendo com Laravel"

O Livro "Desenvolvendo com Laravel", lançado recentemente pela Novatec Editora, foi escrito por um dos membros mais qualificados da comunidade Laravel.

 O que diferencia o Laravel de outros frameworks PHP? Para começar, velocidade e simplicidade. Este framework veloz de desenvolvimento de aplicativos e seu vasto ecossistema de ferramentas permitem construir rapidamente novos sites e aplicativos com código limpo e legível. Com o livro Desenvolvendo com Laravel, Matt Stauffer – um dos principais mentores e desenvolvedores da comunidade Laravel – fornece a introdução definitiva a um dos frameworks web mais populares da atualidade.

Capa do livro "Desenvolvendo com Laravel", da Novatec Editora

 A visão geral de alto nível e os exemplos concretos do livro ajudarão desenvolvedores PHP experientes a começar a usar o Laravel imediatamente. Quando você chegar à última página do livro Desenvolvendo com Laravel, se sentirá à vontade para criar um aplicativo inteiro no Laravel a partir do zero.

 Vários recursos do framework são apresentados, entre eles:

  • Blade, a ferramenta poderosa e personalizada do Laravel para a manipulação de templates;
  • Ferramentas para a coleta, validação, normalização e filtragem de dados fornecidos pelo usuário;
  • O ORM Eloquent do Laravel para o trabalho com os bancos de dados do aplicativo;
  • O objeto de solicitação Illuminate e seu papel no ciclo de vida do aplicativo;
  • PHPUnit, Mockery e PHPSpec para o teste de seu código PHP;
  • Ferramentas do Laravel para a criação de APIs JSON e RESTful;
  • Interfaces para acesso ao sistema de arquivos, sessões, cookies, caches e busca;
  • Ferramentas para a implementação de filas, jobs, eventos e publicação de eventos por WebSockets;
  • Pacotes especializados do Laravel: Scout, Passport, Cashier, Echo, Elixir, Valet e Socialite.






 O Livro possui 480 páginas e está à venda no site da Novatec Editora, para conferir mais detalhes sobre o mesmo basta acessar:

  https://novatec.com.br/livros/desenvolvendo-com-laravel/

 Confira também uma prévia do Livro "Desenvolvendo com Laravel" clicando no botão abaixo:

Prévia - Desenvolvendo com Laravel

Sobre o Autor

 Matt Stauffer é desenvolvedor e professor. Ele é sócio e diretor técnico da Tighten Co., tem um blog em mattstauffer.co e é apresentador do Five-Minute Geek Show e do Laravel Podcast.


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Tutoriais de instalação e pós-instalação do openSUSE, Fedora e Ubuntu, além de notícias e dicas sobre Linux em geral!

Você vai aprender, neste tutorial, a instalar manualmente a versão mais recente do Oracle Java Development Kit no Fedora.

 Java é uma linguagem de programação multiplataforma orientada a objetos, desenvolvida na década de 90 por James Gosling, na Sun Microsystems (adquirida pela Oracle em 2009). Diferente das linguagens de programação convencionais (que são compiladas para código nativo), a linguagem Java é compilada para um bytecode que é executado por uma máquina virtual. A linguagem de programação Java é a linguagem convencional da Plataforma Java, mas não é a sua única linguagem.

 Assim como as principais distribuições Linux, o Fedora disponibiliza nos repositórios oficiais o OpenJDK, que é um Java Development Kit de código aberto baseado totalmente em software livre, incluindo também um plugin para navegadores, o IcedTea Web. O OpenJDK atende às necessidades da maioria dos usuários, porém, há momentos que se faz necessário a utilização do Oracle JDK.

 O Oracle Java Development Kit (JDK) é um ambiente de desenvolvimento para a construção de aplicações, applets e componentes utilizando a linguagem de programação Java. O JDK inclui o Java Runtime Environment, o compilador Java e as APIs Java.

 Caso queira utilizar o Oracle JDK (proprietário) no Fedora, confira então este passo a passo de instalação manual do mesmo, utilizando o pacote tar.gz.

 Para saber mais sobre o Java acesse:

  https://www.java.com/pt_BR/about/
  https://www.java.com/pt_BR/download/faq/develop.xml

  Procedimento testado no Fedora 25 Workstation (64 bits).
  Tecle uname -m no terminal para verificar se o seu sistema é de 64 bits (x86_64) ou 32 bits (i686), ok?!

 Chega de enrolação e vamos à instalação!

Instalando a versão mais recente do Oracle JDK no Fedora


 Apesar da instalação do Oracle JDK no Fedora, recomendo que NÃO REMOVA o OpenJDK do sistema (que, provavelmente, está instalado), evitando assim problemas de dependências de pacotes.
 O único pacote que você deverá remover do sistema antes de instalar o JDK é o plugin IcedTea Web, do contrário, uma das etapas abaixo irá falhar. Para removê-lo, basta abrir um terminal e executar:

sudo dnf remove icedtea-web

 Feito isso, acesse o link abaixo e faça o download da última versão do Oracle JDK:

  http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/jdk8-downloads-2133151.html

 Clique em "Accept License Agreement" (Aceitar o Contrato de Licença) e após, faça o download do pacote jdk-[versão]-linux-x64.tar.gz (caso utilize a versão de 64 bits do Fedora) ou o pacote jdk-[versão]-linux-i586.tar.gz (para o Fedora de 32 bits), conforme mostrado na imagem abaixo:

Página de download do Oracle Java SE Development Kit (JDK)

 Após baixar o Oracle JDK, abra um terminal e acesse a pasta onde está o mesmo; por exemplo, caso ele esteja na pasta "Downloads", basta digitar:

cd /home/$USER/Downloads

 Em seguida, extraia-o com o comando:

tar xvzf jdk-*.tar.gz

 Renomeie a pasta que resultou da extração para "jdk-oracle" (para facilitar os passos seguintes):

mv jdk*/ jdk-oracle

 Mova a pasta criada para o diretório "/usr/lib":

sudo mv jdk-oracle/ /usr/lib

 Feito isso, informe ao sistema onde o Oracle Java está localizado com os comandos abaixo (um por vez):

sudo update-alternatives --install "/usr/bin/java" "java" "/usr/lib/jdk-oracle/bin/java" 1
sudo update-alternatives --install "/usr/bin/javac" "javac" "/usr/lib/jdk-oracle/bin/javac" 1
sudo update-alternatives --install "/usr/bin/jar" "jar" "/usr/lib/jdk-oracle/bin/jar" 1
sudo update-alternatives --install "/usr/bin/javaws" "javaws" "/usr/lib/jdk-oracle/bin/javaws" 1

 E defina-o como padrão executando os comandos (um por vez):

sudo update-alternatives --set java /usr/lib/jdk-oracle/bin/java
sudo update-alternatives --set javac /usr/lib/jdk-oracle/bin/javac
sudo update-alternatives --set jar /usr/lib/jdk-oracle/bin/jar
sudo update-alternatives --set javaws /usr/lib/jdk-oracle/bin/javaws


      ---   DICA   ---      

Caso queira, poderá utilizar os comandos:

sudo update-alternatives --config java
sudo update-alternatives --config javac
sudo update-alternatives --config jar
sudo update-alternatives --config javaws

Para definir manualmente os principais componentes do Java a serem utilizados no sistema (por exemplo, alternar entre o Java proprietário e o OpenJDK), basta informar o número correspondente à versão desejada e pressionar Enter, ok?!


 Configure também as variáveis do ambiente (a nível global) editando o arquivo /etc/profile. Para isso, você poderá utilizar qualquer editor de textos "puro" em modo gráfico, como o Gedit, Kwrite e Leafpad, ou pelo terminal, utilizando o Vim ou o nano. Para essa simples edição utilizarei o nano, caso também queira usá-lo, instale-o executando o comando abaixo no terminal:

sudo dnf install nano

 Com o nano instalado, execute:

sudo nano /etc/profile

 Pressione a tecla direcional para baixo para chegar ao FINAL DO ARQUIVO e em seguida, adicione o conteúdo abaixo no mesmo:

JAVA_HOME=/usr/lib/jdk-oracle
PATH=$PATH:$HOME/bin:$JAVA_HOME/bin
export JAVA_HOME
export PATH

 Veja como ficou o meu arquivo "profile" após a edição:

Arquivo /etc/profile editado com as variáveis do ambiente

 Tecle Ctrl + o para salvar o arquivo, pressione Enter para confirmar e Ctrl + x para sair do editor nano.
 Após, execute o comando:

su -c 'source /etc/profile'

 Para que as alterações tenham efeito imediatamente ou se preferir, reinicie o sistema.

 Por último, verifique se o Java foi instalado corretamente, execute:

java -version

 E se seguiu corretamente os passos acima, a saída será semelhante a esta abaixo:

### Verificando versão do Java
sandro@linux-8u5w:~> java -version
java version "1.8.0_121"
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.8.0_121-b13)
Java HotSpot(TM) 64-Bit Server VM (build 25.121-b13, mixed mode)
sandro@linux-8u5w:~>







Habilitando o plugin Java no Mozilla Firefox


      ---   ATENÇÃO   ---      

Procedimento válido apenas para o Mozilla Firefox 52 ESR e versões anteriores, utilizando o Oracle JDK 8, já que o plugin para navegadores não estará disponível no Oracle Java 9 e o suporte a plugins NPAPI (como o Java) foi removido no Firefox 52 e versões posteriores.

 Se necessário, execute os comandos abaixo para instalar e definir como padrão o plugin Java para navegadores, de acordo com a arquitetura do Fedora:

  Se o seu sistema for de 64 bits, instale-o executando:

sudo alternatives --install "/usr/lib64/mozilla/plugins/libjavaplugin.so" "javaplugin" "/usr/lib/jdk-oracle/jre/lib/amd64/libnpjp2.so" 1

 E defina-o como padrão com:

sudo alternatives --set javaplugin /usr/lib/jdk-oracle/jre/lib/amd64/libnpjp2.so


  Já se for de 32 bits, instale o plugin Java com:

sudo alternatives --install "/usr/lib/mozilla/plugins/libjavaplugin.so" "javaplugin" "/usr/lib/jdk-oracle/jre/lib/i386/libnpjp2.so" 1

 E defina-o como padrão:

sudo alternatives --set javaplugin /usr/lib/jdk-oracle/jre/lib/i386/libnpjp2.so

      ---   DICA   ---      

Se não tivesse desinstalado o plugin IcedTea Web do sistema (como foi pedido acima), você poderia utilizar o comando abaixo:

sudo update-alternatives --config javaplugin

Para definir manualmente a versão do plugin Java a ser utilizada no navegador (alternando entre o plugin Java da Oracle e o plugin do OpenJDK), com isso, bastaria informar o número correspondente à versão desejada e pressionar Enter, ok?!


 Em seguida, verifique se o plugin Java foi instalado corretamente, abra o Mozilla Firefox e acesse o site:

  https://www.java.com/pt_BR/download/installed8.jsp?detect=jre

 Clique em "Ativar o Java":

Verificar a versão do Java instalada

 Na tela seguinte clique em "Ativar o Java"; provavelmente aparecerá uma janela de diálogo do Firefox pedindo sua autorização para executar o Java, clique em "Allow Now" (ou Permitir agora), conforme mostrado na imagem abaixo:

Permita a execução do plugin clicando em "Permitir agora"

 Em seguida, clique em "Executar":

Na janela de diálogo, clique em "Executar"

 Pronto! O plugin Java foi instalado e está funcionando perfeitamente no Firefox!

O plugin Java foi instalado com sucesso!


Criando um atalho para o Java Control Panel


 Vamos agora criar um atalho para o Painel de Controle do Java, copie e cole o conteúdo abaixo no terminal e pressione Enter em seguida:

sudo tee /usr/share/applications/java-control.desktop <<ATALHO
[Desktop Entry]
Encoding=UTF-8
Name=Java
Comment=Java Control Panel
Exec=sh '/usr/lib/jdk-oracle/bin/jcontrol'
Icon=/usr/lib/jdk-oracle/jre/lib/desktop/icons/hicolor/48x48/apps/sun-jcontrol.png
Terminal=false
Type=Application
Categories=Application;Settings;Java;X-Red-Hat-Base;X-Ximian-Settings;
ATALHO

 Feito isso, procure pelo atalho "Java" criado anteriormente no menu de aplicativos para abrir o Java Control Panel:

Painel de Controle do Java


Atualizando o Oracle JDK no Fedora


 Para atualizar o JDK é bem simples, primeiro, baixe a versão mais recente do Oracle JDK (de acordo com a arquitetura do seu sistema) em:

  http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/jdk8-downloads-2133151.html

 Depois, abra o terminal e remova a versão antiga do sistema executando:

sudo rm -rf /usr/lib/jdk-oracle/

 E repita os passos (como dito anteriormente):

cd /home/$USER/Downloads
* Entre na pasta onde baixou o pacote, no caso, a pasta "Downloads";

tar xvzf jdk-*.tar.gz
* Extraia o pacote;

mv jdk*/ jdk-oracle
* Renomeie a pasta;

sudo mv jdk-oracle/ /usr/lib
* E mova para a pasta "/usr/lib".

 E só!


Removendo o Oracle JDK do sistema


 Caso queira desinstalar o Oracle JDK do sistema, basta executar os comandos abaixo:

 - Removendo o JDK e seus principais componentes do sistema (um comando por vez):

sudo update-alternatives --remove java /usr/lib/jdk-oracle/bin/java
sudo update-alternatives --remove javac /usr/lib/jdk-oracle/bin/javac
sudo update-alternatives --remove jar /usr/lib/jdk-oracle/bin/jar
sudo update-alternatives --remove javaws /usr/lib/jdk-oracle/bin/javaws

 - Remova as variáveis do ambiente que havia adicionado no arquivo /etc/profile, tecle:

sudo nano /etc/profile

 E atenção, APAGUE APENAS estas linhas que estão no final dele:

JAVA_HOME=/usr/lib/jdk-oracle
PATH=$PATH:$HOME/bin:$JAVA_HOME/bin
export JAVA_HOME
export PATH

 Salve o arquivo teclando Ctrl + o, pressione Enter para confirmar e tecle Ctrl + x para sair.


 - Removendo o plugin Java (caso tenha instalado):

  Se utiliza o Fedora de 64 bits:

sudo update-alternatives --remove javaplugin /usr/lib/jdk-oracle/lib/amd64/libnpjp2.so

  Se utiliza o Fedora de 32 bits:

sudo update-alternatives --remove javaplugin /usr/lib/jdk-oracle/lib/i386/libnpjp2.so

 - Removendo o atalho criado para o Painel de Controle Java:

sudo rm -rf /usr/share/applications/java-control.desktop

 - Por último, remova a pasta onde o mesmo está instalado:

sudo rm -rf /usr/lib/jdk-oracle/

 E só!


 Espero que este tutorial seja útil para você! Caso tenha alguma dúvida, sugestão ou crítica, basta deixar o seu comentário logo abaixo (utilizando o Disqus, sua conta do Google/Blogger ou o sistema de comentários do Facebook), ou se preferir, entre em contato conosco!

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Referências:


Tutoriais de instalação e pós-instalação do openSUSE, Fedora e Ubuntu, além de notícias e dicas sobre Linux em geral!

Aprenda, neste tutorial, a instalar facilmente o Dropbox Client no openSUSE e no Fedora Workstation.

 O Dropbox é um dos serviços de armazenamento e backup de dados na nuvem mais populares da atualidade, dispondo de um plano gratuito com 2 GB (O Dropbox Basic), podendo ser expandido até 18 GB através de indicações que você fizer a seus amigos, familiares e colegas de trabalho, além de planos pagos a partir de 1 TB de armazenamento. Ele também conta um aplicativo disponível para Linux, macOS, Windows e dispositivos móveis, tornando ainda mais fácil acessar os seus arquivos de qualquer lugar.

 Conheça mais sobre o Dropbox acessando o site oficial:

  https://www.dropbox.com/

 E vamos então à instalação!

Tutorial testado no openSUSE Tumbleweed, openSUSE Leap 42.2 e Fedora 25 Workstation, com o ambiente de área de trabalho GNOME 3.

Instalando o Dropbox Client no Fedora

 Há duas formas de se instalar o Dropbox no Fedora. Se você já adicionou o repositório RPMFusion no sistema (que fornece os codecs multimídia, dentre outros pacotes), basta abrir um terminal e executar o comando abaixo para instalá-lo:

sudo dnf install dropbox

 Caso queira instalar a extensão do Dropbox para o gerenciador de arquivos Nautilus, execute:

sudo dnf install nautilus-dropbox

   ---   ATENÇÃO   ---   

PROCEDIMENTO VÁLIDO APENAS PARA QUEM NÃO POSSUI OS REPOSITÓRIOS RPMFUSION NO SISTEMA

 Uma outra opção é adicionar o repositório oficial do Dropbox, para isso, copie e cole todo o conteúdo abaixo num terminal e pressione Enter :

sudo tee /etc/yum.repos.d/dropbox.repo <<RPMREPO
[Dropbox]
name=Dropbox Repository
baseurl=http://linux.dropbox.com/fedora/$releasever/
gpgkey=https://linux.dropbox.com/fedora/rpm-public-key.asc
RPMREPO

 Importe a chave de assinatura do repositório:

sudo rpm --import https://linux.dropbox.com/fedora/rpm-public-key.asc

 E instale o pacote nautilus-dropbox, que fornece o aplicativo para desktop Dropbox, com:

sudo dnf install nautilus-dropbox


Instalando o Dropbox Client no openSUSE

 Se você usa o openSUSE, basta apenas um comando no terminal para instalar o Dropbox, já que o mesmo está presente nos repositórios oficiais:

sudo zypper in dropbox
* Ao executar o comando acima, o nautilus-extension-dropbox (extensão do Dropbox para o gerenciador de arquivos Nautilus) também será instalado






Executando o Dropbox Client

 Após a instalação do aplicativo, abra-o através do atalho criado no menu de aplicativos de sua distribuição ou pelo terminal executando:

dropbox start -i

 Será exibido uma caixa de diálogo do instalador do Dropbox, informando que é preciso baixar os componentes necessários para a execução do Dropbox Client, clique em "OK" para continuar::

Utilitário gráfico de instalação do Dropbox Client

 E aguarde enquanto é feito o download:

Aguarde enquanto é feito o download dos componentes necessários

 Após, o navegador padrão do sistema será aberto automaticamente na página de login do Dropbox. Nela, você deverá inserir o seu e-mail e senha da sua conta do Dropbox e em seguida, clique em "Sign in", como mostrado na imagem abaixo:

Será aberto o navegador para que você faça login na sua conta do Dropbox

 Aparecerá uma mensagem informando que o seu computador foi associado com sucesso à sua conta do Dropbox, semelhante a este EXEMPLO; em seguida, clique em "Continue to Dropbox" para acessar a sua conta ou feche a aba ou o navegador.

 Após fazer login, será criado o diretório "Dropbox" na sua pasta HOME (será feito o download dos seus arquivos que estão nos servidores do Dropbox, assim como será feito o upload dos arquivos que copiar para esta pasta diretamente para o Dropbox), além de um ícone de status do Dropbox na bandeja do sistema, como mostrado na imagem abaixo:

Pasta "Drobox" que foi criada na pasta HOME

 Clicando sobre o ícone de status do Dropbox você poderá acompanhar e pausar o processo de sincronização, além de acessar as Preferências (configurações) do aplicativo:

Ícone de status do Dropbox na barra de notificações do GNOME

 Nas Preferências do Dropbox, você poderá definir, dentre outras opções, se o mesmo deve iniciar ou não junto com o sistema, como destacado na imagem abaixo:

Configurações do Dropbox Client

 E caso tenha instalado a extensão do Nautilus, ficará muito mais fácil enviar qualquer arquivo diretamente para sua conta do Dropbox, basta clicar com o botão esquerdo do mouse no arquivo/pasta e selecionar a opção "Mover para Dropbox" no menu de contexto:

Menu de contexto do Nautilus mostrando a opção "Mover para Dropbox"




E como faço para desinstalar o Dropbox?

 Para remover o Dropbox do sistema é simples, basta executar:

   No Fedora:

sudo dnf remove dropbox

 Se você instalou o Dropbox através do repositório oficial ou a extensão do mesmo para o Nautilus, execute:

sudo dnf remove nautilus-dropbox

 Caso tenha adicionado o repositório do Dropbox, remova-o com o comando:

sudo rm /etc/yum.repos.d/dropbox.repo


   No openSUSE:

sudo zypper rm dropbox

 E só!


 Então é isso! Caso tenha alguma dúvida, sugestão ou crítica a respeito deste tutorial, basta deixar o seu comentário logo abaixo, ou se preferir, entre em contato conosco!

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Referências:

Tutoriais de instalação e pós-instalação do openSUSE, Fedora e Ubuntu, além de notícias e dicas sobre Linux em geral!
openSUSE Leap 15, a próxima versão do openSUSE Leap (depois da 42.3)

 Segundo uma nota publicada por Richard Brown, presidente do projeto openSUSE, após o lançamento do Leap 42.3 (que ocorrerá ainda neste ano de 2017), a próxima versão será o openSUSE Leap 15.

 Para quem não acompanhou o histórico das versões, a pouco tempo atrás a equipe do openSUSE estava trabalhando numa nova versão do sistema operacional baseada no código fonte do SUSE Linux Enterprise, o openSUSE Leap. Nesta época, a versão mais recente do openSUSE era a 13.2 e a do SUSE Linux Enterprise a 12 (caminhando para o SLE 12 SP1).

 A ideia inicial era "combinar" o número da versão do SLE com o Leap, porém, o openSUSE 12.x já tinha sido lançado anteriormente. Devido a este motivo, decidiram então que o número da versão do openSUSE Leap seria a soma do número da versão do SUSE Linux Enterprise com 30 (sendo assim, 12 + 30 = 42 = atual versão do Leap) e assim foi feito.






 Estava tudo combinado em relação à versão do openSUSE Leap, sendo que o sucessor do Leap 42.3 seria mesmo o 43.x, porém, tudo mudou após a SUSE anunciar que a versão do SLE será 15 e não 13.

" Ao saber dos planos da SUSE, a equipe de lançamento do Leap têm vindo a considerar nossas opções. Isto incluiu ignorar as alterações do SLE e liberar o Leap 43 , ao custo da ligação entre versões do SLE e versões do Leap.
45 (versão do Leap) também foi considerado, assim como algumas ideias francamente hilárias que fez-me preocupar com minha própria sanidade e a de meus colegas colaboradores.

 Depois de considerar os prós e contras de todas as opções no entanto, a decisão foi que o Leap 15 será nossa próxima versão.

 A decisão da SUSE de ignorar o SLE 13 e o 14 nos deu uma oportunidade perfeita para sincronizar com as versões do SLE como sempre quisemos originalmente com o Leap. É uma oportunidade que não seremos capazes de levar tão facilmente daqui a alguns anos se continuamos com o versionamento atual do Leap.

 Existem apenas alguns pacotes em nossa distribuição que fazem referência a controle de versão do Leap 42.x, e devem ser facilmente manipulados como parte de um zypper dup, portanto, não estamos preocupados que esta decisão afete a atualização dos usuários.

 Estamos conscientes de que esta decisão pode ser uma pequeno incômodo para os usuários do Leap com ferramentas de gerenciamento de configuração como saltstack e puppet, mas a oportunidade a longo prazo de simplificar tal configuração (por tratar o SLE e Leap de forma semelhante) superaram o nosso desejo de evitar um esforço 'único' para as pessoas que atualmente lidam com a situação excessivamente complicada causada pelo Leap estar na versão 42.x e o SLE na versão 12 SPx.
", tradução livre de parte do anúncio publicado por Richard Brown.

 Sendo assim, em 2018 será lançado o openSUSE Leap 15 e não mais a versão 43.x, devido a mudança no versionamento do SUSE Linux Enterprise. Confira todos os detalhes a respeito dessa mudança no versionamento do openSUSE Leap acessando o anúncio oficial:

  https://lists.opensuse.org/opensuse-project/2017-04/msg00014.html

 E você, caro leitor, o que achou desta decisão? Conte para nós deixando o seu comentário logo abaixo!

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Referências:


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