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Tutoriais de instalação e pós-instalação do openSUSE, Fedora, Debian e do Ubuntu, além de notícias e dicas sobre Linux em geral!
Como instalar o Fedy no Fedora Workstation

Você vai aprender, nesta dica, a instalar codecs, softwares multimídia, temas e muito mais no seu Fedora com o Fedy.

 Quem acompanha o blog a algum tempo já sabe que, desde 2016, publicamos algumas sugestões do que fazer após instalar as versões mais recentes do Fedora, como a instalação dos codecs e softwares multimídia, de navegadores como o Google Chrome e o Opera, do Adobe Flash e outros.
 A grande maioria dos procedimentos indicados nestes guias de pós-instalação requerem o uso do terminal, basta apenas copiar e colar cada um dos comandos apresentados para executá-los (que, na minha opinião, é uma forma de se "acostumar" com a temida "tela preta" e de aprender o que cada comando faz). Porém, existe uma maneira mais fácil de instalar softwares adicionais no seu Fedora após a instalação, que é através do Fedy (conhecido anteriormente como "Fedora Utils").

 O Fedy é uma ferramenta gráfica de pós-instalação do Fedora Workstation. Com uma interface simples, o Fedy é composto basicamente por uma coleção de scripts que facilitam (e muito) a vida do usuário final, já que basta apenas alguns cliques para instalar uma grande variedade de softwares e pacotes que não estão incluídos nos repositórios oficiais do Fedora, como codecs, temas de ícones e GTK, suporte à reprodução de DVDs criptografados e extração/compactação de arquivos, o Oracle Java e vários outros.
 Além disso, ele também traz vários utilitários para realizar pequenos ajustes no sistema, como um para desabilitar temporariamente o SELinux e um "limpador" de arquivos inúteis.

 Conheça mais detalhes sobre o Fedy acessando o site oficial:

  http://folkswithhats.org/

 Ou através da página do projeto no GitHub:

  https://github.com/folkswithhats/fedy/
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Instalando o Google Chrome no Ubuntu e no Debian

 O Google Chrome é um navegador multiplataforma (disponível para Linux, macOS, Windows, Android e iOS) desenvolvido pela gigante Google. Segundo uma pesquisa feita pela StatCounter, ele é o navegador mais utilizado no mundo (no Brasil, mais de 75% das pessoas o utilizam, segundo dados de julho de 2016 à julho de 2017). O Chrome utiliza o motor de renderização Blink, que também é desenvolvido pela Google (um fork do WebKit), tendo como um dos diferenciais a sua velocidade para abrir páginas da Web, sendo considerado por muitos o mais rápido do mercado.

 Contando com uma proteção contra malware e phishing, ele possui uma interface minimalista, permitindo que você se concentre no que realmente importa, e a possibilidade de instalar vários temas e adicionar novas funcionalidades com as diversas extensões e aplicativos disponíveis a partir da Chrome Web Store:

Janela do Google Chrome, mostrando alguns dos aplicativos disponíveis na Chrome Web Store

 Além de permitir que você faça login com sua conta do Google, o que é útil para sincronizar os seus favoritos, configurações e histórico em todos os dispositivos, o Chrome também possui vários outros recursos, como um tradutor automático e um leitor de PDFs integrado.

 Confira todos os recursos presentes no Google Chrome acessando o site oficial, acesse:

  https://www.google.com.br/chrome/browser/features.html

 Nesta dica mostro-lhes como instalar as três principais versões do Chrome no Ubuntu e no Debian, que são o Google Chrome Stable (versão estável, utilizada pela maioria das pessoas), o Google Chrome Beta (como o próprio nome diz, esta é a versão beta do navegador que traz uma prévia das novidades que serão implementadas em breve na versão estável) e o Google Chrome Unstable (versão instável do Chrome, sujeita a bugs, travamentos e outros problemas, voltada principalmente a usuários avançados e desenvolvedores).

  Tutorial testado no Ubuntu 16.04.3 LTS (Xenial Xerus) e Debian 9 "Stretch".
  Lembrando que o Google Chrome só está disponível para sistemas de 64 bits. Caso seu sistema seja de 32 bits, a solução é instalar outros navegadores compatíveis, como, por exemplo, o Chromium (que é a "base" do Google Chrome), o Opera e o Vivaldi.
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Passo a passo de atualização do openSUSE Leap 42.2 para o 42.3

 Você vai aprender, neste tutorial, a atualizar do seu openSUSE Leap 42.2 para o Leap 42.3, seja utilizando a mídia de instalação ou alterando os repositórios.

 Com a chegada do openSUSE Leap 42.3, que foi disponibilizado a algumas semanas atrás, muitos usuários que ainda usam o Leap 42.2 (lançado em novembro de 2016 e que terá suporte até 26 de janeiro de 2018) preferem fazer um upgrade para a versão mais recente do que uma instalação "limpa" da mesma (que, na minha opinião, é a melhor opção). Se você deseja realizar esse upgrade de versão mas não sabe como fazê-lo, confira então o passo a passo que preparamos.

Índice

Preparativos;
Resumo dos métodos de atualização disponíveis;
Como atualizar para o openSUSE Leap 42.3 via mídia de instalação (recomendado);
Como atualizar para o openSUSE Leap 42.3 alterando os repositórios;
Restaurando os repositórios "antigos" (opcional).

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 Já não é novidade para ninguém que o VirtualBox é um dos softwares de virtualização de sistemas operacionais mais populares da atualidade. Com uma interface fácil de usar, ele também pode ser usado tanto no Linux quanto no macOS, Windows e Solaris, além de conter alguns recursos que não estão presentes (ou que precisam de uma licença paga) em outras soluções de virtualização gratuitas e multiplataformas.

 Com o lançamento do Debian 9 "Stretch" a algumas semanas atrás, muitas pessoas optam por testá-lo no VirtualBox antes de instalar em sua "máquina real" (ou pretendem mesmo utilizá-lo apenas no VirtualBox). Caso também tenha escolhido testar o Debian no VirtualBox, você deve ter percebido que após a instalação e reinício da VM, ela ficará com duas "barras pretas" nas laterais (com a proporção de tela 4:3) ao colocá-la em tela cheia pressionando Ctrl (direita) + f, assim como no exemplo abaixo:

Máquina Virtual do Debian Stretch com proporção de tela 4:3 após a instalação

 Para solucionar esse "problema", devemos instalar os Adicionais para Convidado, que além de fazer com que sua máquina virtual fique totalmente em tela cheia, ele também habilita o compartilhamento da área de transferência entre o sistema convidado (instalado no VirtualBox) e o hospedeiro (o sistema operacional do seu "computador real") e também de pastas entre o seu computador e a máquina virtual, bem como a possibilidade de "movimentar livremente" o mouse entre o hospedeiro e o convidado.
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Lançado o livro "Wireshark para profissionais de segurança", da Novatec Editora

 O Wireshark disponibiliza um conjunto eficaz de recursos que permite inspecionar a sua rede em um nível microscópico. Os diversos recursos e o suporte a vários protocolos fazem do Wireshark uma ferramenta de segurança de valor inestimável, mas também o tornam difícil ou intimidador para os iniciantes que queiram conhecê-lo. Wireshark para profissionais de segurança é a resposta: este livro ajudará você a tirar proveito do Wireshark e de ferramentas relacionadas a ele. Este livro inclui uma introdução completa ao Metasploit, que é uma ferramenta de ataque eficaz, assim como da linguagem popular de scripting Lua.
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Passo a passo de instalação do openSUSE Leap 42.3

 Você vai aprender, neste tutorial, a instalar facilmente o openSUSE Leap 42.3 no seu computador, seja em instalação única ou fazendo "dual boot" com o Windows ou outras distribuições Linux.

 Foi anunciado na semana passada, dia 26 de julho de 2017, o openSUSE Leap 42.3, a última atualização da série 42.x. Nesta nova versão, que também tem como base o Linux Kernel 4.4 LTS (assim como o Leap 42.2), você encontrará mais atualizações de pacotes/softwares do que "novidades". Dentre os softwares que foram atualizados estão o Mozilla Firefox 52 ESR, Thunderbird 52 e LibreOffice 5.3, além dos ambientes de área de trabalho KDE Plasma 5.8.7 LTS e GNOME 3.20.2. Para conferir mais alguns detalhes a respeito do openSUSE Leap 42.3, acesse o nosso post anterior no link abaixo:

  http://www.blogopcaolinux.com.br/2017/07/Lancado-o-openSUSE-Leap-42-3-download.html

Utilizamos, neste tutorial, o DVD de instalação do openSUSE Leap 42.3 e o Oracle VM VirtualBox (versão 5.1.26) para realizar esta instalação, onde já estava instalado o Windows 10 Pro (com o recurso EFI habilitado nas configurações) num disco rígido "virtual" de 50 GB e 2 GB de memória RAM.
Apesar disso, os procedimentos abaixo podem ser executados em computadores com ou sem UEFI e fazendo ou não dual boot.

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